Ana Rodrigues · Plano de Conteúdos

Conteúdos

Clica num conteúdo para ver a arte, a legenda e as notas.

Nova bio do Instagram
Bio e destaques →

Mês 01

Os 12 conteúdos do primeiro mês, já publicados ou prontos a publicar.

Carrossel fixado
Como é ser acompanhado pela Ana
Carrossel
Hipnose de palco vs. hipnose terapêutica
Reels
Há cigarros que já nem escolhes acender
Carrossel
O medo é aprendido?
Carrossel
Quando até o básico começa a parecer demais
Carrossel
Quando a tua vida começa a girar à volta do cigarro
Post estático
O que sentes hoje tem uma história
Carrossel · Saúde mental
Nem tudo o que pesa se vê por fora.
Reels · Gravado
Porque é que nem todos reagem da mesma forma?
Reels
Como se põe um limite a um filho de vinte anos
Reels
Qual é o preço de ser a pessoa que resolve tudo?
Carrossel · Outubro Rosa
Mulher, a prevenção começa por ti.

Mês 02 · Outubro

O que entra em outubro, com o calendário de datas para os próximos meses.

Calendário de datas
Planeamento
Calendário de datas
Reels · Falar p/ câmara
Como funciona uma consulta comigo
Reels · Mudança de hora
Quando os dias encurtam, o que é que aparece?
Carrossel · Esgotamento parental
“Estou cansada dos meus filhos.”
Reels · Final do ano
Antes de fazeres a lista do próximo ano…
Post estático · Teste visual
O que é que a tua mente anda a carregar?

Flyer e anúncios

Material impresso e as artes para tráfego pago.

Flyer · Pedido da Ana
Para quem fuma e nunca ouviu falar de hipnose
Arte estática · Tráfego pago
Anúncio para fumadores
Arte estática · Tráfego pago
Anúncio para consultas

Stories

Cada sequência é publicada seguida, como um carrossel, e depois guardada no destaque correspondente. Uma ideia por story, até 3 linhas de texto: a profundidade vem do número de stories, não de blocos longos.

Stories
Como funcionam as consultas
Stories
Sessão para deixar de fumar
Encontros de bem-estar em grupo
Stories
Encontros de bem-estar em grupo
Sobre a Ana
Stories
Sobre a Ana
O método
Stories
O método
O que acontece na primeira sessão
Reels
O que acontece na primeira sessão
Como marcar
Stories
Como marcar
← Perfil
Nova bio · proposta
Ana Rodrigues
212posts
835seguidores
223a seguir
hipnoterapiacomana
Ana Rodrigues | Hipnoterapia no Luxemburgo
Aquilo que sentes hoje
pode ter começado muito antes
Differdange e online · Agendamento ↓
10 Place des Alliés, Differdange 4508
Marcar consulta
Seguir
Mensagem
Cigarro
Ansiedade
Como funci…
Marcar
Feedback
Sobre mim
Fixado · Antes de começaresFixado · O medo é aprendidoFixado · Hipnose de palcoEsgotamento parentalLista do próximo anoCigarrosComo funciona uma consultaLimite a um filho de vinte anosSaúde mentalTeste visualQuem controla quemQuem resolve tudoQuando os dias encurtamDaily reminderPrimeira sessãoReaçãoOutubro Rosa
Texto a colar no Instagram
Campo “Nome”
Ana Rodrigues | Hipnoterapia no Luxemburgo
Campo “Biografia”
Aquilo que sentes hoje
pode ter começado muito antes
Differdange e online · Agendamento ↓
Alternativas para a 1ª linha
Trato a origem, não apenas o sintoma
O que sentes hoje tem uma história
Nem tudo o que sentes começou hoje
← Mês 01
01 · Carrossel fixado
Como é ser acompanhado pela Ana
10 slides · fixar no perfil
Capa
Antes de começares, quero que saibas isto.
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A sessão começa por ti.
Primeiro, quero perceber o que te trouxe até aqui, o que estás a sentir e quando tudo começou.
Slide 3
O que sentes hoje pode ter uma história.
Ansiedade
Medos
Relações
Bloqueios
Hábitos
Experiências marcantes
Não olhamos apenas para o sintoma.
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Duas pessoas podem dizer “tenho ansiedade”… e estarem a viver coisas completamente diferentes.
Uma acelera
Outra bloqueia
Outra não dorme
Outra começa a evitar situações
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Por isso, não existe um guião igual para toda a gente.
Cada sessão é adaptada à tua história e àquilo de que precisas naquele momento.
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Só depois avançamos para a parte terapêutica.
Explico-te como funciona o processo, esclarecemos as tuas dúvidas e avançamos quando te sentires confortável.
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E se a vida acontecer entretanto?
Uma entrevista. Uma apresentação. Um medo inesperado. Uma situação emocional difícil.
Podemos trabalhar aquilo que está a acontecer contigo naquele momento.
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Também existe espaço para falar.
Há quem precise de desabafar. Há quem prefira falar pouco. Está tudo bem.
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Podemos trabalhar diferentes áreas da tua vida.
Ansiedade e stress
Medos e fobias
Traumas e experiências marcantes
Burnout
Relações e padrões emocionais
Tabagismo e outros hábitos
Bloqueios e inseguranças
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Não te prometo milagres.
Ofereço-te um espaço seguro, personalizado e ferramentas para trabalharmos juntos aquilo que queres mudar.
Artes finais · ordem de publicação
Capa
Capa
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Slide 5
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Slide 6
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Legenda
Muita gente chega até mim com a mesma pergunta: “como é que isto funciona?”
Por isso deixo-te aqui aquilo que acontece, desde o momento em que entras.
A sessão começa por ti. Antes de qualquer técnica, quero conhecer a tua história, aquilo que estás a sentir e quando tudo começou. Porque o que sentes hoje raramente aparece do nada, e não olhamos apenas para o sintoma.
Duas pessoas podem dizer exactamente a mesma frase e estarem a viver realidades completamente diferentes. É por isso que não existe um guião igual para toda a gente: cada sessão é adaptada à tua história e àquilo de que precisas naquele momento.
Há espaço para falar, há espaço para estar em silêncio, e há espaço para trazer aquilo que aconteceu esta semana. Está tudo bem.
Trabalhamos ansiedade e stress, medos e fobias, traumas, burnout, relações e padrões emocionais, tabagismo e outros hábitos, bloqueios e inseguranças.
Não te prometo milagres. Prometo-te um espaço seguro, personalizado e ferramentas para trabalharmos juntos aquilo que queres mudar.
Se estás a pensar em marcar a tua primeira sessão, guarda este carrossel ou envia-me uma mensagem e conversamos.
← Mês 01
02 · Carrossel
Hipnose de palco vs. hipnose terapêutica
8 slides · quebra de objeção
Capa
Hipnose de palco vs. hipnose terapêutica
Parecem iguais. Mas não são.
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Hipnose de palco
O objetivo principal é entreter. Existe público, voluntários e situações pensadas para o espetáculo.
Slide 3
Hipnose terapêutica
O objetivo é terapêutico. Existe uma dificuldade, um objetivo e um processo construído contigo.
Slide 4
“Vou perder o controlo?”
Não. Continuas consciente, podes comunicar e participar durante todo o processo.
Slide 5
Então porque vemos coisas tão diferentes num palco?
Porque o contexto também é diferente: expectativa, voluntários, ambiente social e entretenimento.
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Numa sessão terapêutica não existe espetáculo. Existe:
escuta
foco
relaxamento
trabalho terapêutico
personalização
Slide 7
A hipnose terapêutica não serve para controlar a tua mente.
É uma ferramenta utilizada dentro de um processo terapêutico.
Slide 8
Aquilo que viste nos filmes pode ter muito pouco a ver com aquilo que acontece numa consulta.
Artes finais · ordem de publicação
Capa
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Slide 2
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Slide 6
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Legenda
Quando falo em hipnose, muitas pessoas lembram-se logo de um palco, de um voluntário a fazer figuras e de alguém “a controlar” a mente de outra pessoa.
Mas aquilo que vês num espetáculo tem um objetivo muito diferente: entreter. Existe público, expectativa e situações pensadas para o show.
Na hipnose terapêutica, o ponto de partida és tu. Existe uma dificuldade, um objetivo e um processo construído contigo, ao teu ritmo.
E não, não perdes o controlo. Continuas consciente, podes comunicar e participar durante todo o processo.
Numa sessão não há espetáculo. Há escuta, foco, relaxamento, personalização e trabalho terapêutico.
A hipnose não serve para controlar a tua mente. É uma ferramenta usada dentro de um processo terapêutico.
Se tinhas receio por causa daquilo que viste nos filmes, guarda este carrossel ou envia-me uma mensagem com a tua dúvida.
← Mês 01
03 · Reels
Há cigarros que já nem escolhes acender
vídeo · tabagismo
Gancho
Há cigarros que escolhes fumar. E há aqueles que acendes sem sequer pensar.
Café? Cigarro.
Terminaste de comer? Cigarro.
Entraste no carro? Cigarro.
Stress? Cigarro.
Guião
E é aqui que percebemos que fumar já não acontece apenas porque naquele momento decidiste fazê-lo.
Ao longo do tempo, determinadas situações podem ficar associadas ao cigarro através da repetição. Até que uma coisa praticamente chama pela outra.
E depois perguntas: “Se eu quero parar, porque continuo a fazer isto?”
Porque saber racionalmente aquilo que queres não significa automaticamente alterar um comportamento repetido durante anos.
Na hipnoterapia procuro perceber contigo quais são esses gatilhos, que associações existem e aquilo que o cigarro representa na tua rotina.
Não sou eu que tomo a decisão por ti. Mas se realmente queres deixar de fumar, podemos trabalhar aquilo que continua a levar-te até ele.
Fecho
Porque talvez não precises apenas de largar o cigarro. Talvez precises de mudar aquilo que te continua a levar até ele.
Capa do reel
Capa do reel 03
Legenda
Café? Cigarro. Carro? Cigarro. Stress? Cigarro.
Há cigarros que já nem escolhes acender. Acontecem quase sozinhos, porque ao longo dos anos o cérebro foi ligando certos momentos do dia ao gesto de fumar.
Por isso, querer parar nem sempre chega. A vontade está lá, mas a associação continua a funcionar em piloto automático.
Na hipnoterapia trabalhamos esses gatilhos e aquilo que o cigarro representa para ti, para que a decisão de parar deixe de lutar sozinha contra o hábito.
Se sentes que chegou a altura, envia-me uma mensagem ou marca a tua consulta pelo link na bio.
Differdange e online.
← Mês 01
04 · Carrossel
O medo é aprendido?
8 slides · autoridade
Capa
O medo é aprendido?
Slide 2
Um bebé teria automaticamente medo de uma cobra?
Investigadores já estudaram esta questão.
Slide 3
Os bebés demonstraram uma atenção particularmente rápida perante cobras.
Mas existe uma diferença importante: atenção não significa necessariamente medo.
Slide 4
Podemos ter uma predisposição para reparar em determinados perigos. Mas muitos dos nossos medos também se desenvolvem através de:
experiências
observação
associações
aprendizagem
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Imagina alguém que vive uma experiência assustadora num avião.
Depois disso: avião = perigo. Mesmo sabendo racionalmente que está seguro.
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O cérebro aprende associações.
E algumas podem tornar-se muito fortes.
Slide 7
Mas aquilo que foi aprendido também pode ser trabalhado.
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Nem todos os nossos medos nasceram connosco. Alguns foram sendo construídos ao longo da nossa história.
Artes finais · ordem de publicação
Capa
Capa
Slide 2 · vídeo
Slide 3
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Slide 6
Slide 7
Slide 7
Legenda
Será que já nascemos com medo, ou vamos aprendendo a ter medo?
Os estudos mostram que os bebés reparam muito depressa em cobras. Mas reparar não é o mesmo que ter medo.
Grande parte dos nossos medos vai-se formando ao longo da vida: por aquilo que vivemos, pelo que vimos nos outros, pelas associações que o cérebro foi fazendo.
Basta um voo difícil para o corpo passar a reagir ao avião como se fosse perigo, mesmo quando a cabeça sabe que está tudo bem.
A boa notícia é esta: aquilo que foi aprendido também pode ser trabalhado.
Há algum medo que te acompanha há anos e que nunca percebeste de onde veio? Envia-me uma mensagem e conversamos.
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05 · Carrossel
Quando até o básico começa a parecer demais
7 slides · identificação
Capa
E quando até o básico começa a parecer demasiado?
Slide 2
Tomar banho
Escovar os dentes
Preparar uma refeição
Arrumar a casa
Responder a uma mensagem
Coisas simples começam a parecer enormes.
Slide 3
Não é apenas “estar cansado”.
Quando estás profundamente sobrecarregado, até cuidar de ti pode começar a exigir uma energia que sentes que já não tens.
Slide 4
Começas a deixar para depois aquilo que antes fazias automaticamente.
“Faço amanhã.” · “Depois trato disso.” · “Hoje não consigo.”
Slide 5
Pode aparecer também:
irritação
dificuldade em concentrar-te
exaustão
vontade de te isolares
tudo exige demasiado esforço
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Isto, por si só, não define um diagnóstico.
Mas é um sinal de que alguma coisa precisa da tua atenção.
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Quando até cuidar de ti começa a parecer demasiado, talvez seja altura de parar de chamar-lhe “só cansaço”.
Artes finais
Capa · Vídeo
Slide 2
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Legenda
Não é apenas “estar cansado”.
Quando estás profundamente sobrecarregado, até as coisas mais simples começam a pesar: responder a uma mensagem, preparar uma refeição, tomar banho.
Começas a adiar o que antes fazias sem pensar. “Faço amanhã.” “Depois trato disso.” “Hoje não consigo.”
E pode aparecer de outras formas: irritação, dificuldade em concentrar-te, exaustão, vontade de te isolares.
Isto, por si só, não define um diagnóstico. Mas é um sinal de que alguma coisa precisa da tua atenção.
Se te reconheces aqui, não esperes chegar ao limite. Envia-me uma mensagem ou marca a tua consulta pelo link na bio. Differdange e online.
Guarda este post e partilha com alguém que precisa de o ler.
← Mês 01
06 · Carrossel
Quando a tua vida começa a girar à volta do cigarro
8 slides · tabagismo
Capa
Quem está a controlar quem?
Slide 2
Antes de saíres:
“Tenho cigarros suficientes?”
Slide 3
No trabalho:
“Quanto falta para poder fumar?”
Slide 4
Num restaurante:
“Onde é que vou poder sair para fumar?”
Slide 5
Numa viagem:
“Como é que vou fazer sem fumar durante tanto tempo?”
Slide 6
E existem momentos que parecem incompletos sem ele.
O café
A bebida
A refeição
A pausa
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Depois existe o dinheiro.
Um mês. Um ano. Cinco anos.
Mas o custo pode ir muito além da parte financeira.
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Se a tua vida já gira à volta do cigarro, talvez ele tenha mais controlo do que imaginas.
Artes finais
Slide 1Capa
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Legenda
Antes de saíres, confirmas se tens cigarros. No trabalho, contas o tempo até à próxima pausa. Num restaurante, procuras logo onde vais poder sair para fumar.
Muitas vezes nem damos por isso, mas o cigarro vai ocupando um lugar cada vez maior no dia. Está no café, na refeição, na pausa, nos momentos difíceis e também nos bons.
E quando algo está ligado a tantos momentos, deixar de fumar não é só largar um hábito. É mexer em tudo aquilo que o cigarro passou a representar: alívio, companhia, uma pausa, uma forma de lidar com o que sentes.
Na hipnoterapia trabalhamos precisamente essa ligação, para que deixe de ser o cigarro a decidir por ti.
Se te reconheceste neste carrossel, guarda-o ou envia-me uma mensagem. Consultas em Differdange e online.
← Mês 01
07 · Post estático
O que sentes hoje tem uma história
arte + legenda
Texto da arte
“Aquilo que sentes hoje pode ter começado muito antes.”
Arte final
Arte do post 07
Legenda
“Foi depois do divórcio.”
“Foi depois daquele problema no trabalho.”
“Foi depois daquela relação.”
E sim, aquele acontecimento pode ter sido importante.
Mas, muitas vezes, quando começamos a olhar para a história da pessoa, percebemos que aquela situação também pode ter tocado em medos, inseguranças ou padrões que já existiam.
Na minha abordagem, não quero perceber apenas quando aquilo começou a manifestar-se. Quero conhecer a história que existe por trás.
Se isto fez sentido para ti, guarda este post ou envia-me uma mensagem. Consultas em Differdange e online.
Porque quando começamos a juntar estas peças, determinadas reações podem finalmente começar a fazer sentido.
← Mês 01
08 · Carrossel · Saúde mental
Nem tudo o que pesa se vê por fora.
8 slides
Quando: 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental.
Capa
Nem tudo o que pesa se vê por fora.
10 de outubro · Dia Mundial da Saúde Mental
Slide 2
Relação
Coisas que deixaste de dizer na tua relação para não começar outra discussão
“Isso magoou-me.”
“Preciso que me ouças.”
“Sinto-me sozinha, mesmo contigo ao lado.”
Slide 3
Ansiedade
Coisas que a ansiedade te faz fazer e que ninguém vê
Ensaiar uma conversa dez vezes antes de a ter.
Ler uma mensagem e imaginar o pior.
Dizer “estou bem” com o coração acelerado.
Slide 4
Maternidade
Coisas que muitas mães sentem e não dizem em voz alta
“Tenho saudades de quem eu era.”
“Às vezes só queria cinco minutos sozinha.”
“Amo-os muito e, mesmo assim, estou exausta.”
Slide 5
Esgotamento
Coisas que já fazes em piloto automático
Acordar cansada, como se a noite não tivesse servido para nada.
Responder a tudo e a todos, menos a ti.
Contar as horas até poderes deitar-te.
Slide 6
Limites
Coisas que dizes quando querias dizer “não”
“Não faz mal, eu trato disso.”
“Claro, não há problema.”
“Eu desenrasco-me.”
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Medos
Coisas que evitas sem ninguém perceber
A estrada que já não fazes.
O voo que adias há anos.
A desculpa que inventas para não ir.
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Se te reconheceste em algum, não é fraqueza.
É um sinal de que alguma coisa precisa da tua atenção.
Legenda
Hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental.
E talvez valha a pena lembrar que muito daquilo que pesa não se vê por fora.
Está no “isso magoou-me” que deixaste de dizer. Na conversa que ensaias dez vezes. No “estou exausta” que nenhuma mãe diz em voz alta. No “eu trato disso” quando querias dizer “não”.
Nada disto aparece do nada. E nada disto te torna fraca.
Em qual destes slides te reconheceste?
Artes finais · ordem de publicação
Capa
Capa
Slide 2
Slide 2
Slide 3
Slide 3
Slide 4
Slide 4
Slide 5
Slide 5
Slide 6
Slide 6
Slide 7
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Slide 8
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← Mês 01
09 · Reels · Gravado
Porque é que nem todos reagem da mesma forma?
1:12 · ansiedade
Capa
Capa do reels 09
Gancho
“Comecei a sentir ansiedade depois do divórcio.”
Guião (como foi gravado)
Comecei a sentir ansiedade depois do divórcio. Depois daquele problema no trabalho. Depois daquele diagnóstico.
Estas são frases que ouço muito no meu dia a dia. E é verdade que estes eventos tiveram impacto na tua vida, mas muitas vezes não são eles a causa daquilo que sentes hoje. Vieram despertar algo mais profundo dentro de ti: um medo antigo, um padrão, uma reação automática.
É por isso que duas pessoas podem viver exatamente a mesma situação e reagir de maneira totalmente diferente. Uma desenvolve ansiedade, outra bloqueia, outra precisa de controlar tudo. Outra deixa de conseguir dormir, outra passa a dormir demasiado.
Na hipnoterapia não ficamos pelo sintoma nem por aquilo que parece ser a causa. Olhamos para cada sintoma e procuramos a história que existe por trás dele, porque olhar só para a superfície nem sempre é suficiente.
Por isso procuro sempre perceber a tua história de vida e os padrões que se foram desenvolvendo ao longo dela. Cada processo é personalizado: é para ti e para a tua história.
Fecho
Se sentes que continuas a repetir padrões que já não queres levar contigo, fala comigo. Vamos juntas perceber o que pode estar por trás disso.
Legenda
“Comecei a sentir ansiedade depois do divórcio.” “Depois daquele problema no trabalho.” “Depois daquele diagnóstico.”
Esses acontecimentos tiveram impacto, sim. Mas muitas vezes não são a causa daquilo que sentes hoje. Vieram despertar algo que já existia: um medo antigo, um padrão, uma reação automática.
É por isso que a mesma situação pode trazer ansiedade a uma pessoa, bloqueio a outra e a necessidade de controlar tudo a uma terceira.
Na hipnoterapia não paramos no sintoma. Procuramos a história que existe por trás dele, e é por isso que cada processo é pensado para ti.
Se te reconheceste, guarda este reels ou envia-me uma mensagem. Consultas em Differdange e online.
← Mês 01
10 · Reels
Como se põe um limite a um filho de vinte anos
vídeo · orientação parental
Artes finais
Capa do reel
Capa do reel
Gancho
Como se põe um limite a um filho de vinte anos?
Guião
Muitos pais nunca aprenderam a pôr limites. Em criança ouviram muitos nãos, passaram dificuldades, e prometeram que ao filho nunca ia faltar nada. Deram tudo e deixaram de dizer não.
Um limite não é um grito nem uma ameaça. É uma frase curta, clara e que se mantém no dia seguinte.
Não dar opções quando não havia pergunta nenhuma. Há coisas que são decisão de quem sustenta a casa e ponto.
Falar de acordos e não de castigos. Aos vinte anos ele não obedece, ele negoceia. Então o limite tem de vir com consequência real: o que continuas a dar e o que deixas de dar.
Cumprir o que dizes. Um limite que cede à terceira insistência ensina-o a insistir uma quarta vez.
E o mais difícil de tudo: suportar que ele fique chateado contigo. Ele vai ficar. Isso não quer dizer que fizeste mal.
Fecho
Pôr limites aprende-se em qualquer idade do filho. Na orientação parental trabalho isso com pais de filhos já adultos.
← Mês 01
11 · Reels
Qual é o preço de ser a pessoa que resolve tudo?
vídeo · maior identificação
Artes finais
Capa do reel
Capa do reel
Gancho
“Qual é o preço de seres sempre a pessoa que resolve tudo?”
Guião
Na família, se existe um problema, és tu que tentas resolver. Se duas pessoas discutem, és tu que tentas intermediar. Se alguém precisa de ajuda, ligam-te.
No trabalho, aparecem mais tarefas. Mais responsabilidades. Pedidos que, muitas vezes, nem deveriam ser teus.
E mesmo assim respondes: “Eu trato.” “Deixa comigo.” “Eu resolvo.”
Até que, sem perceberes, toda a gente começa a contar contigo. Mas quase ninguém pergunta: quem é que está a cuidar de ti?
Porque ser aquela pessoa forte, disponível e capaz pode parecer uma qualidade. E muitas vezes é. O problema começa quando sentes que não tens autorização para ser outra coisa.
Quando dizer “não” traz culpa. Quando pedir ajuda parece fraqueza. Quando descansar parece irresponsabilidade.
E quando o teu corpo começa a pagar o preço de estares constantemente disponível para todos: cansaço, irritação, ansiedade, dificuldade em desligar, a sensação de que nunca podes baixar a guarda.
Fecho
Às vezes, o problema não é seres capaz de resolver. É sentires que tens de resolver tudo. E talvez esteja na altura de perceber de onde vem essa necessidade de carregar aquilo que nem sempre deveria ser teu.
← Mês 01
12 · Carrossel · Outubro Rosa
Mulher, a prevenção começa por ti.
2 slides
Capa
Outubro Rosa: quando foi a última vez que te colocaste em primeiro lugar?
O diagnóstico precoce faz toda a diferença. E começa com um gesto simples: dar prioridade à tua saúde.
Slide 2
Faz o autoexame
1
Debaixo do braço direito
Palpa a axila direita com a mão esquerda.
2
Debaixo do braço esquerdo
Palpa a axila esquerda com a mão direita.
3
Toda a mama
Braço levantado, percorre a mama inteira.
4
Por cima da mama
Desliza os dedos da clavícula até ao peito.
5
Deitada
Braço atrás da cabeça, repete em cada mama.
6
Em círculos
Movimentos circulares, de fora para o mamilo.
Uma vez por mês, alguns dias depois da menstruação. Notaste alguma alteração? Fala com o teu médico.
Artes finais
Capa
Capa
Slide 2 · Autoexame
Slide 2 · Autoexame
Legenda
Mulher, a prevenção começa por ti.
Outubro Rosa lembra-nos que detetar o cancro da mama cedo faz toda a diferença. E isso depende de pequenos gestos que muitas vezes vamos adiando.
Faz o teu autoexame todos os meses: passo a passo, como no slide 2 (guarda este post para não te esqueceres). Mantém as tuas consultas e a tua mamografia em dia, conforme a indicação do teu médico. E não ignores nenhuma alteração no teu corpo.
Muitas mulheres adiam os exames por falta de tempo ou por medo do resultado. Se és uma delas, este é o teu lembrete: cuidar de ti não é egoísmo, é prevenção.
Marca hoje. E partilha com uma mulher que também precisa de ouvir isto.
#OutubroRosa #CancroDaMama #Prevenção #SaúdeDaMulher #Autoexame
← Mês 02 · Outubro
Calendário de datas
Datas que se ligam ao trabalho da Ana, para planear os próximos meses.
Outubro
Próximo
Todo o mês
Outubro Rosa
10
Dia Mundial da Saúde Mental
25
Mudança de hora: menos luz, menos energia
Novembro
Próximo
1–2
Todos os Santos: luto e saudade
Todo o mês
Novembro Azul: saúde masculina
25
Fim da violência contra as mulheres
Dezembro
Próximo
Todo o mês
Festas: solidão, família, sobrecarga
31
Balanço do ano e intenções
Janeiro
4
Dia Mundial da Hipnose
3.ª segunda
“Blue Monday”
Todo o mês
Novos começos: deixar de fumar
Fevereiro
4
Dia Mundial contra o Cancro
14
Relações e padrões emocionais
Março
8
Dia Internacional da Mulher
20
Dia Internacional da Felicidade
28
Mudança de hora (adiantar 1 h)
Abril
Todo o mês
Mês da consciencialização do stress
Maio
Todo o mês
Mês da saúde mental
31
Dia Mundial sem Tabaco
Junho
Final
Fim do ano letivo: cansaço acumulado
Julho
Todo o mês
Férias: aprender a desligar
Todo o mês
Medo de voar e viagens
Agosto
Final
Ansiedade do regresso
Setembro
Início
Rentrée: rotinas e limites
10
Prevenção do suicídio (abordar com cuidado)
← Mês 02 · Outubro
Novo 01 · Reels · Falar p/ câmara
Como funciona uma consulta comigo
Artes finais
Capa do reel
Capa do reel
Gancho
“Como funciona uma consulta comigo?”
A conversa
Começamos sempre por conversar. Quero perceber o que te trouxe até mim, há quanto tempo isto acontece, em que momentos aparece, o que sentes no corpo, e o que já tentaste antes.
Também te explico como vou trabalhar e respondo a todas as dúvidas. Ninguém começa sem perceber o que vai acontecer.
Ir à raiz
Depois, vamos procurar juntos a origem do que estás a sentir. Muitas vezes, a ansiedade, o medo ou um hábito começaram num momento ou numa emoção que ficou por resolver.
Eu vou acompanhando-te em cada passo, para percebermos em conjunto de onde isso vem.
Libertar e transformar
Quando percebemos a raiz, trabalhamos essa emoção para que deixe de ter tanto peso. Não apagamos o passado, mudamos a forma como ele te afeta hoje.
E reforçamos novas respostas para usares no teu dia a dia.
Aqui não há certo nem errado, e eu não te vou dizer como deves viver. Cada sessão é pensada para ti e para aquilo que estás a viver.
Quantas sessões
E quantas sessões vais precisar? Depende de cada pessoa.
Do que te trouxe até mim, da tua história e de como vais evoluindo ao longo do processo.
Mas o meu objetivo é sempre o mesmo: ajudar-te a caminhar sozinho, a recuperar o controlo da tua vida.
No fim
No fim, conversamos sobre como te sentiste.
E muitas vezes dou-te um pequeno exercício para fazeres em casa, para te sentires bem não só no dia da consulta, mas também nos outros dias.
Chamada para ação
Se quiseres saber mais, manda-me uma mensagem.
← Mês 02 · Outubro
Novo 02 · Reels · Mudança de hora
Quando os dias encurtam, o que é que aparece?
~60 s
Artes finais
Capa do reel
Capa do reel
Quando: Semana de 25 de outubro, quando a hora muda.
0–4 s
Gancho
“Este fim de semana a hora vai mudar. E o teu corpo vai sentir, mesmo que não dês por isso.”
Gravar: Ana junto à janela, ao fim da tarde.
4–14 s
O que muda
“Na madrugada de sábado para domingo, 25 de outubro, quando forem 3h os relógios voltam para as 2h. Nessa noite ganhas uma hora. Mas, a partir daí, amanhece mais cedo e escurece muito mais cedo: às cinco e meia da tarde já é noite. Olhas pela janela e o dia está cinzento, a luz é pouca, e os dias parecem mais curtos e mais tristes.”
Gravar: Relógio a recuar uma hora; Ana a olhar pela janela para um céu cinzento, depois já escuro. Texto no ecrã: “25 out · 3h → 2h”.
14–28 s
Como o corpo reage
“O teu corpo tem um relógio interno que se acerta pela luz. A luz da manhã diz-lhe para acordar e ganhar energia. Quando escurece, ele começa a produzir melatonina, a hormona que te prepara para dormir. Se a luz muda de repente, esse relógio fica desacertado durante uns dias. É como um pequeno jet lag, sem saíres de casa.”
Gravar: Ana ao ar livre de manhã; depois, a sala a escurecer ao fim da tarde.
28–40 s
O que podes sentir
“Por isso, nos primeiros dias é normal acordares antes do despertador ou mais cansada, teres sono muito cedo e depois custar adormecer, sentires fome a horas estranhas, teres menos paciência e mais dificuldade em concentrar. E, com menos luz natural, o humor também pode ir abaixo.”
Gravar: Ana a bocejar ao computador; cozinha à noite com a luz acesa.
40–53 s
O que ajuda
“Apanha luz natural logo de manhã, nem que sejam dez minutos. Mantém as mesmas horas de deitar e de acordar. Mexe-te durante o dia. Desliga os ecrãs mais cedo. Normalmente, o corpo ajusta-se em uma a duas semanas. Dá-lhe esse tempo.”
Gravar: Ana a caminhar de manhã; telemóvel a ser pousado na mesa de cabeceira.
53–60 s
Fecho
“E se, passadas umas semanas, o cansaço e o desânimo continuarem, talvez não seja só da hora. Vale a pena olhares para isso com cuidado.”
Gravar: Ana olha para a câmara. Sem texto de marcação.
Legenda
Este domingo, 25 de outubro, a hora muda: às 3h da madrugada os relógios voltam para as 2h. Ganhamos uma hora nessa noite, mas a partir daí escurece muito mais cedo. Olhas pela janela e os dias estão mais cinzentos, mais curtos e mais tristes.
Nos primeiros dias é comum acordar mais cansada, ter sono cedo e custar adormecer, sentir fome a horas estranhas, ter menos paciência e mais dificuldade em concentrar.
Acontece porque o corpo tem um relógio interno que se acerta pela luz. Quando a luz muda de repente, esse relógio desacerta durante uns dias, como um pequeno jet lag, e isso mexe com o sono, a energia e o humor.
O que ajuda: luz natural de manhã, horários regulares, movimento durante o dia e menos ecrãs à noite. E paciência contigo: o corpo costuma ajustar-se em uma a duas semanas.
Se passadas umas semanas o cansaço e o desânimo continuarem, talvez não seja só da hora. Fala comigo.
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Novo 03 · Carrossel · Esgotamento parental
“Estou cansada dos meus filhos.”
8 slides
Artes finais
Capa
Capa
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Slide 8
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Quando: Início de novembro.
Capa
“Estou cansada dos meus filhos.”
E a culpa que vem logo a seguir.
Slide 2
Poucos pais têm coragem de dizer isto em voz alta.
Porque parece que sentir cansaço é o mesmo que amar menos.
Slide 3
Não é.
Podes amar profundamente os teus filhos e, ao mesmo tempo, estar esgotada.
Slide 4
O esgotamento parental não aparece de um dia para o outro.
Vai-se acumulando: acordar muito cedo, preparar o pequeno-almoço, levar à escola, trabalhar, fazer o almoço e o jantar, dar banho, ajudar nos trabalhos de casa. Todos os dias. E no fim já não sobra nada para ti.
Slide 5
Alguns sinais
irritação constante
gritar e depois sentir culpa
contar as horas até se deitarem
sentir-te distante deles
já não te reconheceres como mãe ou pai
Slide 6
E se o comportamento do teu filho também for um sinal?
A birra, o isolamento, a agressividade ou o silêncio nem sempre são só “fases”. Às vezes são a forma que ele encontrou de mostrar que algo não está bem. E isso cruza-se muitas vezes com o cansaço de quem cuida.
Slide 7
E não acaba quando eles crescem.
Há pais de filhos adultos que continuam a carregar preocupações, culpas e limites que nunca conseguiram pôr.
Slide 8
Sentir cansaço não te torna pior mãe ou pai.
Torna-te humano. E também mereces ser cuidado.
Legenda
“Estou cansada dos meus filhos.”
Poucos pais têm coragem de dizer isto em voz alta. Porque logo a seguir vem a culpa, como se o cansaço fosse a prova de que amas menos.
Não é. Podes amar profundamente os teus filhos e, ao mesmo tempo, estar no limite.
O esgotamento parental vai-se acumulando em silêncio: acordar muito cedo, levar à escola, fazer o almoço, dar banho, os conflitos que se repetem e a sensação de que tudo depende de ti. E muitas vezes cruza-se com aquilo que os nossos filhos também estão a viver. A birra, o isolamento ou a agressividade podem ser a forma que eles encontraram de dizer que algo não está bem.
E isto não acaba quando eles crescem. Há pais de filhos adultos que continuam a carregar preocupações e limites que nunca conseguiram pôr.
Quando quem cuida começa também a ser cuidado, a relação muda.
Se te reconheceste aqui, envia-me uma mensagem. Consultas em Differdange e online.
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Novo 04 · Reels · Final do ano
Antes de fazeres a lista do próximo ano…
~58 s
Artes finais
Capa do reel
Capa do reel
Quando: Início de dezembro.
0–4 s
Gancho
“Antes de fazeres a lista do que queres mudar no próximo ano, faz-me um favor.”
Gravar: Ana olha para a câmara, caderno na mão.
4–14 s
Olhar para trás
“Olha para este ano. Não para aquilo que falhou. Para aquilo que aguentaste.”
Gravar: Caderno aberto em cima da mesa.
14–26 s
O que ninguém viu
“Quantas vezes seguiste em frente cansada? Quantas conversas difíceis tiveste? Quantas coisas resolveste sem ninguém saber?”
Gravar: Ana a caminhar devagar pela sala.
26–38 s
O hábito de dezembro
“Muitas vezes chegamos a dezembro só a contar o que não fizemos. E entramos no ano novo já com a sensação de que estamos atrasadas.”
Gravar: Ana sentada, plano próximo.
38–50 s
O exercício
“Este ano, experimenta outra coisa. Escreve três coisas que aguentaste. Uma que queres deixar neste ano. E uma que queres levar contigo.”
Gravar: Mãos a escrever: 3 / 1 / 1.
50–58 s
Fecho
“Porque mudar não começa a 1 de janeiro. Começa quando percebes de onde vens.”
Gravar: Ana fecha o caderno e olha para a câmara.
Legenda
Antes de fazeres a lista do que queres mudar no próximo ano, olha para este.
Não para aquilo que falhou. Para aquilo que aguentaste.
Experimenta escrever três coisas que aguentaste, uma que queres deixar neste ano e uma que queres levar contigo.
Guarda este vídeo para o dia em que fizeres o teu balanço.
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Novo 05 · Post estático · Teste visual
O que é que a tua mente anda a carregar?
1 arte
Artes finais
Arte publicada
Arte publicada
Quando: final de novembro.
O que cada desenho diz
1
Sentes-te presa
Talvez sintas que tens de fazer tudo certo, à primeira. Vale a pena perguntares: quando é que aprendeste que errar não era permitido?
2
Pensamentos em ciclo
A cabeça volta sempre ao mesmo assunto, mesmo quando já não há nada a resolver. Às vezes, aquilo que repetimos por dentro começou há muito tempo.
3
Sobrecarga
Muitas coisas ao mesmo tempo e nenhuma parece resolvida. Talvez estejas a carregar mais do que te cabe.
4
Alerta permanente
Estás sempre preparada para o pior, mesmo quando está tudo bem. É como se o corpo tivesse aprendido a vigiar e nunca mais tivesse descansado.
5
Agitação
Parar dá-te culpa. Talvez tenhas aprendido cedo que o teu valor estava naquilo que fazes, e não naquilo que és.
6
Controlo
Precisas que tudo esteja no lugar para te sentires segura. E quando alguma coisa foge ao plano, a ansiedade aparece.
7
Cuidar de todos
Chegas a todos antes de chegares a ti. Quanto espaço existe, de verdade, na tua rotina para aquilo de que precisas?
8
Medo da mudança
Os recomeços trazem-te mais insegurança do que entusiasmo. Talvez valha a pena olhar para o que aconteceu das outras vezes em que tudo mudou.
Legenda
Teste rápido de reflexão.
Olha para a imagem e escolhe o desenho que te chamou a atenção primeiro. Não penses muito.
1. Sentes-te presa: Talvez sintas que tens de fazer tudo certo, à primeira. Vale a pena perguntares: quando é que aprendeste que errar não era permitido?
2. Pensamentos em ciclo: A cabeça volta sempre ao mesmo assunto, mesmo quando já não há nada a resolver. Às vezes, aquilo que repetimos por dentro começou há muito tempo.
3. Sobrecarga: Muitas coisas ao mesmo tempo e nenhuma parece resolvida. Talvez estejas a carregar mais do que te cabe.
4. Alerta permanente: Estás sempre preparada para o pior, mesmo quando está tudo bem. É como se o corpo tivesse aprendido a vigiar e nunca mais tivesse descansado.
5. Agitação: Parar dá-te culpa. Talvez tenhas aprendido cedo que o teu valor estava naquilo que fazes, e não naquilo que és.
6. Controlo: Precisas que tudo esteja no lugar para te sentires segura. E quando alguma coisa foge ao plano, a ansiedade aparece.
7. Cuidar de todos: Chegas a todos antes de chegares a ti. Quanto espaço existe, de verdade, na tua rotina para aquilo de que precisas?
8. Medo da mudança: Os recomeços trazem-te mais insegurança do que entusiasmo. Talvez valha a pena olhar para o que aconteceu das outras vezes em que tudo mudou.
Este teste não é um diagnóstico e não substitui o acompanhamento de um profissional. É só um convite para olhares para ti com um bocadinho mais de atenção.
Porque aquilo que sentes hoje pode ter começado muito antes.
Agora conta-me: qual foi o número que te chamou primeiro?
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Novo 06 · Flyer · Pedido da Ana
Para quem fuma e nunca ouviu falar de hipnose
3 páginas · A5
Arte final · 3 páginas A5
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Página 1
Página 1
Página 2
Página 2
Página 3
Página 3
Objetivo: chegar a fumadores que não sabem que a hipnose existe. Por isso o flyer começa pelo problema que eles conhecem (as recaídas, o cigarro automático), explica o que é a hipnose em linguagem do dia a dia e só depois fala da sessão.
O que mudou e notas
Frente: começa pela experiência que qualquer fumador reconhece (tentar parar e voltar). Depois responde às perguntas que um leigo faria: “o que é a hipnose?” (o que é e o que não é) e “como é que ajuda a deixar de fumar?”, em 4 passos simples (piloto automático, falar com o inconsciente, menos vontade e ansiedade, tu decides).
Página 2: a sessão passo a passo e “porque é tão difícil largar o cigarro” (corpo, hábito e emoções). Página 3: dedicada às grávidas (o que o cigarro faz ao bebé, a boa notícia, porque custa, como a hipnose ajuda) e termina com o contacto.
A5 (148 × 210 mm), 3 páginas (pode ser um desdobrável ou uma folha frente e verso com a página 3 em separado), 3 mm de sangria. O QR code leva ao WhatsApp com a resposta automática do cigarro.
Confirmar com a Ana: se há acompanhamento nos dias seguintes (passo 03) e se quer incluir duração ou preço.
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Novo 07 · Arte estática · Tráfego pago
Anúncio para fumadores
1080 × 1350 · Anúncio
Versão A · “Já tentaste deixar de fumar…”
Versão A · “Já tentaste deixar de fumar…”
Versão B · “Deixa de fumar com hipnoterapia”
Versão B · “Deixa de fumar com hipnoterapia”
Texto principal
Já tentaste deixar de fumar e voltaste sempre ao mesmo? Não é falta de força de vontade. O cigarro prende-te de três formas ao mesmo tempo: no corpo (a nicotina), no hábito (o café, o carro, depois de comer) e nas emoções (o stress, o tédio, a ansiedade).
Na hipnoterapia trabalhamos o hábito e as emoções, num estado de relaxamento profundo em que estás consciente e no controlo. Desligamos as associações automáticas, reforçamos os teus motivos para parar e aprendes a acalmar-te sem o cigarro. Sem medicação e sem substitutos de nicotina.
Estás grávida? A hipnose ajuda a parar com calma, sempre em conjunto com a tua médica ou parteira.
Atendimento em Differdange e online. Marca pelo +352 691 628 434.
Título
Deixar de fumar com hipnoterapia
Botão
Enviar mensagem (WhatsApp com a resposta automática do cigarro)
Como testar
Pôr as duas versões a correr no mesmo anúncio durante uma semana e ficar com a que traz mais mensagens.
Público sugerido
Luxemburgo, raio de 30 km à volta de Differdange. 25 a 55 anos. Interesses: deixar de fumar, tabaco, cigarro eletrónico, saúde e bem-estar. Homens e mulheres. Línguas: português e francês.
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Novo 08 · Arte estática · Tráfego pago
Anúncio para consultas
1080 × 1350 · Anúncio
Arte final
Arte final
Texto principal
Ansiedade, medos, burnout, bloqueios, hábitos que já tentaste mudar. Muitas vezes, aquilo que sentes hoje começou muito antes.
Numa consulta comigo, começamos por conversar: quero perceber o que te trouxe, há quanto tempo isto acontece e o que já tentaste. Depois vamos juntos procurar a origem do que estás a sentir e trabalhamos essa emoção para que deixe de ter tanto peso. Não apagamos o passado, mudamos a forma como ele te afeta hoje.
No fim, levas um pequeno exercício para casa, para te sentires bem não só no dia da consulta. Cada sessão é pensada para ti.
Atendimento em Differdange e online. Marca pelo +352 691 628 434.
Título
Hipnoterapia com a Ana Rodrigues
Botão
Marcar consulta (ou Enviar mensagem)
Público sugerido
Luxemburgo, raio de 30 km à volta de Differdange, e online para todo o país. Homens e mulheres de 28 a 55 anos. Interesses: ansiedade, meditação, psicologia, bem-estar, desenvolvimento pessoal. Línguas: português e francês.
← Stories
Sequência 01 · Stories
Como funcionam as consultas
5 stories
Como é uma sessão comigo?
A sessão começa por ti.
Não existe um guião igual para toda a gente.
Há espaço para tudo.
Não te prometo milagres.
Sticker
Caixa de perguntas: “O que gostavas de saber antes da primeira sessão?”
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Sequência 02 · Stories
Sessão para deixar de fumar
5 stories
Café? Cigarro. Carro? Cigarro. Stress? Cigarro.
Já reparaste que alguns cigarros acontecem quase sozinhos?
“Se eu quero parar, porque continuo a fazer isto?”
Sticker
Enquete: “Já te fizeste esta pergunta? Sim / Muitas vezes”
O que procuro perceber contigo
Não sou eu que decido por ti.
Sticker
Link: “Marcar consulta”
← Stories
Sequência 03 · Stories
Encontros de bem-estar em grupo
6 stories
01
“Eu só preciso de parar um bocadinho.”
“Preciso de desligar a cabeça.” “Preciso de voltar a sentir-me mais leve.”
Gravar
Fundo creme, só texto.
02
É para isso que existem os meus encontros de bem-estar.
Para quem sente que vive sempre em modo automático, com stress, cansaço e dificuldade em parar.
Gravar
Sala preparada, mantas e almofadas.
03
Não é terapia de grupo.
Não tens de contar a tua história nem expor aquilo que não queres.
Gravar
Detalhes: chá, velas, luz suave.
04
O que fazemos
Relaxamento, meditação, exercícios práticos e pequenas dinâmicas para acalmar o corpo e a mente.
Gravar
Ana a preparar o espaço.
05
Ferramentas para levares contigo
Para quando o stress aumenta. Quando estás a colocar toda a gente à tua frente. Ou quando simplesmente precisas de voltar a ti.
Gravar
Mãos com uma chávena, plano próximo.
06
Não precisas de estar no limite para começares a cuidar de ti.
Os grupos são pequenos, para que o ambiente seja tranquilo, próximo e seguro.
Sticker: “Envia-me a palavra BEM-ESTAR”
Gravar
Plano aberto da sala.
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Sequência 04 · Stories
Sobre a Ana
5 stories
01
Sou a Ana.
Durante muito tempo ouvi pessoas dizerem-me: “Não sei porque me sinto assim.”
Gravar
Ana a falar para a câmara, no consultório.
02
E quase sempre havia uma história por trás.
Um medo que vinha de longe. Um padrão que se repetia. Uma forma de reagir que um dia fez sentido e que ficou.
Gravar
Ana a falar, plano mais próximo.
03
Foi isso que me levou à hipnoterapia.
Não queria trabalhar apenas aquilo que se vê. Queria perceber de onde vem.
Gravar
Mãos a abrir um caderno.
04
Hoje é assim que trabalho.
Primeiro conheço a pessoa. A sua história, os seus padrões, os seus medos. Só depois decidimos o caminho.
Gravar
Poltrona e chá, luz suave.
05
Aquilo que sentes hoje pode ter começado muito antes.
E aquilo que foi aprendido também pode ser trabalhado.
Caixa de perguntas: “Pergunta-me o que quiseres”
Gravar
Ana a sorrir para a câmara.
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Sequência 05 · Stories
O método
5 stories
01
Na hipnose perdes o controlo?
Quiz: “Sim / Não”
Gravar
Fundo creme, só texto.
02
Não.
Continuas consciente. Podes comunicar e participar durante todo o processo. Não estás a dormir e nada acontece contra a tua vontade.
Gravar
Poltrona reclinada, luz suave.
03
Esquece o que viste nos filmes.
Na hipnose de palco, o ponto de partida é o espetáculo. Na hipnose terapêutica, o ponto de partida és tu.
Gravar
Ana a explicar para a câmara.
04
Porquê olhar para trás?
Muitas vezes, aquilo que sentes hoje toca em medos, inseguranças ou padrões que já existiam. É aí que procuramos trabalhar.
Gravar
Livro ou caderno aberto na mesa.
05
A hipnose não serve para controlar a tua mente.
É uma ferramenta usada dentro de um processo terapêutico, construído contigo e ao teu ritmo.
Caixa de perguntas: “Qual é a tua dúvida sobre hipnose?”
Gravar
Ana a preparar a sessão.
← Stories
Depois da sequência 05 · Reels
O que acontece na primeira sessão
~80 s
0–4 s
Gancho
“Vou contar-te o que acontece, de verdade, quando alguém se senta nesta cadeira pela primeira vez.”
Gravar: Ana sentada na poltrona, olha para a câmara.
4–14 s
A chegada
“Normalmente a pessoa chega com uma frase. ‘Ando ansiosa.’ ‘Não consigo dormir.’ ‘Não sei o que se passa comigo.’ E essa frase é só o começo.”
Gravar: Plano da poltrona vazia, depois Ana a sentar-se.
14–26 s
As perguntas
“Eu pergunto: em que momentos isso aparece? O que sentes no corpo? Qual foi a primeira vez que te lembras de te sentires assim? Muitas vezes, é aí que a conversa muda.”
Gravar: Mãos a escrever num caderno.
26–38 s
Um exemplo
“Imagina alguém que chega por causa do medo de conduzir. Ao longo da conversa, percebemos que o medo não é do carro. É de perder o controlo. E isso vem de muito antes.”
Gravar: Ana a falar, plano mais próximo.
38–50 s
Onde entra a hipnose
“É aqui que a hipnose me ajuda. Num estado de foco profundo, conseguimos olhar para essas emoções com mais calma e trabalhar a forma como o corpo e a mente reagem a elas.”
Gravar: Poltrona reclinada, luz suave, manta.
50–60 s
Entre sessões
“E o trabalho não acaba quando sais daqui. Levas exercícios e pequenas ferramentas para começares a reagir de forma diferente no teu dia a dia.”
Gravar: Caderno aberto com notas, chávena ao lado.
60–70 s
O ritmo
“Há pessoas que precisam de poucas sessões, outras de mais tempo. Vamos avaliando juntos aquilo que já está a mudar.”
Gravar: Ana a caminhar devagar pela sala.
70–80 s
Fecho
“Se sentes que alguma coisa em ti se repete e não sabes de onde vem, talvez seja por aí que podemos começar.” Texto no ecrã: “Differdange e online · Marcação pelo link na bio.”
Gravar: Ana volta à poltrona, olha para a câmara.
← Stories
Sequência 06 · Stories
Como marcar
3 stories
01
Onde estou
Centre Mère-Enfant Differdange. 10, Place des Alliées, L-4508 Differdange. Também faço sessões online.
Sticker de localização: Differdange
Gravar
Fachada e entrada do edifício.
02
Como marcar
Toca no link da bio. Escolhe presencial ou online. Escolhe o dia e a hora que te fazem sentido.
Link: “Marcar consulta”
Gravar
Gravação de ecrã: perfil → Doctena.
03
Tens alguma dúvida antes de marcar?
Envia-me mensagem ou liga para +352 691 628 434.
Sticker: “Enviar mensagem”
Gravar
Porta do consultório aberta.
Centre Mère-Enfant Differdange · 10, Place des Alliées L-4508
+352 691 628 434